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Alimentação e identidades no espaço lusófono (séculos XVI-XXI)

Alimentação e identidades no espaço lusófono (séculos XVI-XXI)
Titolo Alimentação e identidades no espaço lusófono (séculos XVI-XXI)
Curatori , ,
Argomento Società, scienze sociali e politica Società e cultura: argomenti d'interesse generale
Collana Pedro Hispano, 4
Editore Sette città
Formato
Formato Libro Libro: Libro in brossura
Pagine 208
Pubblicazione 02/2025
ISBN 9791255241584
 
15,00 €

 
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Ordinabile
A obra que agora se publica é o resultado do Seminário Internacional "Alimentação e Identidades no Espaço Lusófono, séculos XVI-XXI" que teve lugar a 6 de novembro de 2024, em Viterbo, por iniciativa da Cátedra Pedro Hispano (Camões, I.P.) no Dipartimento di studi linguistico-letterari, storico-filosofici e giuridici (DISTU) da Università degli Studi della Tuscia - DISTU. A cultura material do século XVI ficou representada pela análise minuciosa do dote de D. Beatriz (1504-1538), no que se refere aos utensílios ligados às práticas alimentares, por parte de Ana Isabel Buescu, enquanto o património gastronómico de Lafões foi evocado por Francisco de Almeida Dias, inspirado na obra que se lançou durante o seminário. A intrincada evolução das preparações de pão de ló foi desvendada por João Pedro Gomes, que analisou receituários portugueses e estrangeiros da Época Moderna, cruzando-os com iconografia pertinente. Cristina Rosa trilhou os mares da carreira da Índia, revelando as refeições a bordo e as dificuldades de abastecimento dos que viajavam entre Portugal e o Oriente. Pedro Urbano usou um importante documento de autoria feminina, o diário de D. Maria Constança da Câmara (1801-1860), 7.ª marquesa de Fronteira, forçada ao exílio nos atuais territórios de França, Bélgica, Holanda, Itália e Reino Unido, numa primeira fase, e França, Suíça e atuais Itália, Áustria e Alemanha, posteriormente. No diário ficaram registados as aventuras e desventuras alimentares em viagem, com a frequência de diversos tipos de refeições, incluindo o serviço de table d'hôte. A conjugação da História com a Literatura interessou a Mariagrazia Russo, que se dedicou à alimentação em O conde de Abranhos, de Eça de Queiroz, e a Isabel Drumond Braga e Iuri Fernandes, ao debruçarem-se sobre as práticas alimentares na literatura infantil de Sophia de Mello Breyner Andresen.
 

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